terça-feira, 29 de julho de 2014

11 meses da Sara

Passou das papinhas para a comida normal. Começou a comer carne vermelha. Come arroz, massa, polenta, aipim, feijão, entre outros. Faço a comida para nós com menos sal e sem temperos fortes e amasso com o garfo para ela. Mas, como a correria do dia a dia é grande, continuo congelando papinhas que faço no fim de semana.

É bastante sociável, inclusive com estranhos. Normalmente sorri e interage.

Agora está na língua do D. Só fala "dei dei dei dei dei".

Sara "viu" sua primeira Copa do Mundo de futebol. E foi histórica. O Brasil foi eliminado nas semi-finais por 7 x 1, pela Alemanha. Ainda bem que ela ainda não entende esse fiasco.

Nasceu o primeiro dentinho de cima, com 10 meses e 15 dias.Em seguida nasceu o do lado, com 10 meses e 23 dias.

Adora brincar com os ímãs de geladeira.

Estica os braços e as pernas para ajudar na hora de vestir.

No final do mês, teve umas espécies de aftas na boca. Ficou um pouco enjoadinha, dormiu muito mal e teve febre. A febre eu fiquei na dúvida se foi disso ou dos dentes ou as duas coisas.

Com 11 meses estava com 7,950 kg e 74 cm.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

10 meses da Sara

Fala uma varidade de combinações estranhas de sílabas (atatá, dedi, teti, tetete...).

Adora assistir desenhos na televisão. Tem alguns preferidos já: Super Why, Backyardigans e Tree Fu Tom.

Ainda usa fraldas M e roupas G.

Na escola segura a mamadeira. Em casa, não.

Não devolve mais as coisas de boa vontade. Se ela pega um brinquedo, por exemplo, e não quer largar, não conseguimos mais tirar da mãozinha dela numa boa, ela agarra firme e chora.

Tem dormido à noite 4 ou 5h seguidas, geralmente. Mas estabelecemos novos recordes: dormiu 6h45min com 9 meses e meio. E depois, bateu mais um: dormiu 8h30min! Foi com 9 meses e 20 dias. Isso, sim, eu considerei dormir a noite toda, embora a partir de 5h seguidas já se considere. Mas, por incrível que pareça, eu estava com muito sono no dia seguinte, acho que não estava mais acostumada a dormir tanto! Mas... depois disso voltou a dormir mal. Ou seja, entendi que não há regras. A propósito, não dorme mais cedo todos os dias. Tem dias em que antes das 22h, nem pensar!

Começou a engatinhar! Com exatos 9 meses 16 dias. Mas não sai engatinhando sem mais, nem menos. Só vai quando interessa.

Choraminga dormindo.

Quando está no colo, aponta o bracinho para onde quer ir.

Joga as coisas no chão pra gente pegar.

Ficou doentinha de novo, desta vez uma infecção no ouvido. Tomou antibiótico novamente.

Nasceu o primeiro dente! Foi no dia 17 de junho, com 9 meses e 22 dias. Logo depois já veio outro, do lado, uns quatro ou cinco dias depois.

Com 9 meses e 28 dias estava com 7,395 kg e 71,5 cm. Quando eu acho que ela ganhou peso... quase nada!

Com 10 meses estava com 7,5 kg e 72 cm.

terça-feira, 27 de maio de 2014

9 meses da Sara

Balança a cabeça fazendo "não, não" e "sim, sim"

Dança. A professora disse que ela adora as aulas de música e o professor se diverte com ela se

sacudindo e batendo palmas.

Ah, está batendo palminhas direitinho.

É muito sorridente, só fica irritada quando está com sono ou fome.

Fome, aliás, que não acaba mais! Come tudo o que oferecemos para ela.

Já está se segurando nas coisas para tentar ficar de pé, normalmente faz isso no berço.

Não engatinha, só rasteja.

Se movimenta sentada, girando.

Com 8 meses e 8 dias, dormiu 6h seguidas novamente! Está dormindo incrivelmente melhor,

normalmente acorda uma vez só durante a madrugada.

Com 8 meses e 9 dias estava com 6,9 kg e 68,5 cm. Neste dia consultamos com a gastro, que achou

a Sara ótima. Ganhou peso (400 gr em 10 dias) e está esperta, bateu palminhas e mandou beijo

para a médica. Continuamos com a dieta restritiva para ela e introduzimos ovo e carne branca.

Achei meu primeiro fio de cabelo branco.

Com 8 meses e 26 dias estava com 7,280 kg e 70 cm.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

8 meses

Está uma fofa, só reclama quando tem sono ou fome. De resto, é só sorrisos e brincadeiras. Acho que passamos um período de muitas adaptações de uma vez só: a separação da mãe, a escola, a mamadeira, as novas comidinhas. Agora é só alegrias!

A mamadeira, a propósito, é um capítulo à parte. Passei um tempão decidindo se continuaria amamentando ou não. Quando eu finalmente decidi parar, cadê que ela quer tomar só mamadeira? Que nada! Na hora do aperto, do sono, da manha, ela só queria peito. Ah, e antes que me julguem, decidi, sim, parar de amamentar. Ela já estava com 7 meses e fico com a minha consciência tranquila, já que o aleitamento materno exclusivo foi até o 6º mês. Estava amamentando somente à noite, porque trabalho o dia todo e tenho pouco leite. Gostaria muito de seguir, pois vejo que esse momento é importante para a nossa relação. Porém, a dieta restritiva está muito difícil para mim. Pode parecer bobagem para quem lê, mas só quem passa isso na pele sabe como é. Mas já falei sobre tudo isso no post anterior...

Desmamamos no dia 10 de abril, Sara com exatos sete meses e meio.

Na primeira semana de abril começou com umas conversinhas novas, principalmente: papapapapapapa.... babababababa.... ééé, é. Na metade do mês já estava uma tagarela, mas a preferida era bababababa. Depois evoluiu para outras síladas, como tétété.

Com 7 meses e 14 dias, pela primeira vez ela dormiu 6h seguidas! Mas ainda bem que eu não me empolguei muito, porque o padrão não se repetiu.

Bateu palminhas! E deu tchauzinho. Do jeito dela, mas bateu. Totalmente sem coordenação. A gente bate palmas e canta e ela imita. O tchauzinho nada mais é do que um braço balançando para cima e para baixo. Aliás, está começando a imitar tudo o que a gente faz. É lindo e assustador. Um dia eu dei uma batidinha na mesa com a mão, ela olhou e bateu também.

Está usando fraldas M e roupas M e G.

Não brinca somente colocando os brinquedos na boca. Agora pega um em cada mão e bate um no outro. Também gosta muito de jogar os brinquedos no chão.

Teve a primeira gripe na semana anterior a completar 8 meses. Ficou muito enjoadinha, com febre, nariz escorrendo, olhinhos vermelhos, rouquidão e dor de garganta. Não tinha jeito de melhorar, levamos na pediatra e estava com uma infecção na garganta. Foi para o antibiótico e melhorou.

Por conta de estar doentinha, provavelmente perdeu peso. Com 8 meses, estava com 6,5 kg e 68,5 cm.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Sobre o desmame

Como é sabido, a Sara tem APLV (alergia à proteína do leite de vaca). Enquanto amamentei, não podia ingerir nada que contenha leite ou derivados. Parece relativamente simples, mas não é.

Parar de ingerir leite propriamente dito ou leite condensado, creme de leite, requeijão é até relativamente fácil. O problema é quando você vai ao supermercado e, lendo os rótulos dos produtos, descobre que praticamente TUDO contém leite. Se não é leite, é margarina. Se não é leite, nem margarina, está escrito: Pode conter traços de leite. A dieta é mega restritiva. Prova disso é que fiquei mais magra do que antes de engravidar.

Estou falando tudo isso não para me colocar como vítima, apenas para tentar explicar as minhas decisões. Quero dizer que essa restrição toda foi um dos motivos - o principal, sim - para eu pensar em parar de amamentar. Ah, só para poder comer?? Perguntarão alguns. Pois é, me julguem.

O segundo motivo - não menos importante - foi garantir que a Sara não vai mais ingerir nenhum resquício de leite. Isso porque, durante esse tempo de dieta, praticamente quatro meses, ela ainda teve umas duas crises de cólicas. E ficamos nos perguntando o que diabos eu poderia ter comido para causar essa reação nela. E se ela tomar apenas a fórmula em pó (Pregomin), temos a garantia de que isso não irá mais acontecer.
Bom, foi assim, então, que começamos a operção desmame no início de abril. O que eu achei que demoraria algo em torno de um mês, levou menos de duas semanas. Parei de amamentar no dia 10 de abril, Sara tinha exatos sete meses e meio. Comecei diminuindo as mamadas, que já eram bem espaçadas desde que voltei ao trabalho. Os primeiros dias foram complicados. Ou melhor, as primeiras noites. Desde que voltei a trabalhar, estava amamentando apenas o período em que estava em casa com ela, ou seja, depois das 18h, até o outro dia de manhã. Mas como ela acorda a noite toda, ainda era bastante coisa. Então, comecei a itercalar, de madrugada, uma vez o peito, na outra mamadeira. Aconteceu foi que a coitadinha abriu o berreiro, não queria saber da mamadeira. Mas, depois, foi se acalmando. Às vezes ela até mamava um pouquinho e voltava a dormir.

Então comecei a dar o peito só para ela dormir e mais uma vez de madrugada. Depois passei a dar somente para ela dormir e ela já estava tomando bem a mamadeira. Então, 3 dias depois, parei de vez.

No primeiro dia que fui no supermercado, me senti em um parque de diversões. Eu podia comer o que eu quisesse! Não fiquei exatamente com pena da Sara por parar de dar o peito, como muitas pessoas dizem. Mas, senti, claro, já um saudadinha daqueles momentos tão bons. Por outro lado, me senti livre. Dona do meu corpo de novo. Poder escolher o que comer sem o peso da responsabilidade de estar nutrindo outro ser humano, seja na barriga, seja na amamentação. Que fique bem claro que eu adorei amamentar e amo sem explicação ser mãe. Mas faço parte daquele grupo de mães que não deseja que este seja seu único papel na vida. Então, sem culpa, sem dramas, iniciamos agora uma nova fase na minha vida e na da Sara.

quarta-feira, 26 de março de 2014

7 meses da Sara

Nossa Sarinha completou 7 meses de vida! Seguem algumas considerações.

- No começo do mês virou de bruços e começou a rolar.

- Pela primeira vez teve reação a uma vacina, com 39º de febre.

- Está comendo bem melhor. Aprendeu a abrir a boquinha, lamber a colher e "mastigar". Mas ainda comia pouquíssima quantidade. De repente, do nada, um belo dia ela abriu o bocão e começou a comer tudo q eu colocava no prato! Come frutas, sopa de legumas e feijão.

- Teve uma crise de cólica depois de muito tempo sem sentir nada. Achamos que ela pode ter comido alguma coisa ou ter tido contato com algo na escola.

- Começou a mandar beijinho. Do jeito dela, mas começou.

- Diz "a" e "é" o dia todo.

- Continua muito risonha.

- Acho que ela agora me reconhece como mãe, porque às vezes chora quando eu saio de perto, às vezes me olha pedindo colo ou pedindo "socorro" pra sair do colo de uma pessoa que ela não conhece tão bem.

- No último dia ainda com 6 meses, ela teve febre e ficou bem chorona, acho que pode ser algum dentinho pintando por aí.

- Com 6 meses e 22 dias estava com 6,2kg e 67 cm
- Com 6 meses e 26 dias estava com 6,4kg e 67 cm

segunda-feira, 3 de março de 2014

A volta ao trabalho

Desde que me tornei mãe, parece que todos os clichês se materializaram na minha vida. De alguns deles eu até duvidava, mas acho que daí sim a vida quis me mostrar que eram verdades. Um exemplo é o momento em que acaba a licença-maternidade, você precisa voltar a trabalhar e deixar o filho na escola. Sempre diziam: dói mais na mãe do que na criança. Eu achava um pouco exagerado. Rá!

Eis que meu dia chegou. Que aperto no coração! Em outros tempos, eu pensaria: Meu Deus, mas a criança vai ficar algumas horas na escola, depois a mãe busca e pronto, não é nenhuma viagem pra China. Pois bem, pensa assim quem nunca teve um ser humano que saiu de dentro de você.

Você abrigou essa pessoa nove meses dentro de você! Depois passou mais seis meses em dedicação exclusiva e aquele serzinho era tão frágil e dependente. Me diz como largar esse ser assim, sem mais nem menos, em uma escola? Não tem como fazer sentido para quem não é mãe (olha o clichê aí!).

Já voltar ao trabalho propriamente dito foi uma sensação bastante estranha. Ao mesmo tempo que eu estava bem perdida, com os pensamentos na Sara, parecia que eu tinha saído dali ontem. Só que quando eu saí dali, dois dias antes da Sara nascer, eu não era mãe. Eu era gestante. Eu achava que era a mesma coisa, mas definitivamente não é. Encontrei no meu computador de trabalho algumas fotos de grávida e deu saudades da barriga e toda aquela expectativa. Por outro lado, naquela época eu não sabia de nada. Não sabia como a minha vida ia mudar, como eu ia mudar (clichês!!).

Tenho realmente sentido como é forte o vínculo entre mãe e filho como nunca havia imaginado. A gente escuta sempre falar sobre o vínculo, como é importante, mas só agora entendo a força dessa relação. Só sendo mãe para saber, hahahaha!